02/07/2009

Hipérbole

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Começa na Câmara dos Deputados
em que o corporativismo
abençoa qualquer lixo deputado.

Lasca um beijo de língua no Senado
que transforma qualquer abutre desmiolado
em coitadinho sagrado.

Alcança a presidência alienada
que mantém a fornalha do acinte
na derme que aflora cheirosa e lustrada.

O combustível é a pátria distante
que morre em cada filho despudorado
na herança nojenta que cogita Continente.


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DINHEIRO PÚBLICO NÃO TEM DONO!
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